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La Casa de Papel: top 3


Em outro post comentei sobre Peaky Blinders como sendo um dos meus top 3 melhores séries ever ever ever…. Foram duas temporadas, a primeira em 2017. E uma terceira temporada está a caminho para 2019.

O outro é La Casa de Papel.

Como não torcer e virar fã de El Profesor? Ou da fúria de Berlin? ou de Tokio?

E o tema Bella Ciao?

É um simples assalto à Casa da Moeda espanhola ou um duro protesto contra o capitalismo dos banqueiros da União Europeia?

Veja um pouco abaixo. E se não viu, corra para o Netflix e prepare-se para passar horas em frente à tv.

Peaky Blinders


De toda a coleção de séries que já vi, Peaky Blinders está no top 3 da minha lista.

Diálogos fortes, cenário escurecido e cheio de fumaça de Birmingham, a máfia das apostas na primeira metade do século passado, e uma performance formidável de Cillian Murphy, como Tommy Shelby, o líder da família.

Alguns destaques que me encantaram nesta série de 4 temporadas e uma quinta a caminho (além dos maravilhosos diálogos). A força da família, a importância da imagem e elegância (como não curtir o “dress code” dos irmãos Shelby), o isolamento do líder da família, que toma decisões difíceis e duras. E a trilha sonora!

Enfim, se você está procurando uma série no Netflix e ainda não assistiu Peaky Blinders, não perca tempo.

Mais informações na Wikipédia. By Order of Peaky Fucking Blinders!

10 razões do porque ideias falham


Demorou para sair outro post. Coisas da vida…

Mas veja esse. Sabe aquele projeto que você se meteu e deu errado? E você ainda fica se remoendo: caramba, a ideia era excelente, então o que deu errado?

Leia o excelente artigo – novamente da minha principal fonte de leitura aos domingos – do CBS Money Watch sobre porque grandes ideias ou projetos ou empreendimentos dão errado.

O artigo cita 10 razões.

  • Momento errado;
  • Outros já estão fazendo isso;
  • Não resolve um grande problema;
  • Tem problemas com a opinião de consumidores e stakeholders;
  • Execução ruim;
  • Muito risco, pouca sinergia;
  • Os números não fecham;
  • Premissas erradas;
  • Cadê a infraestrutura;
  • Erros de gestão.

A descrição delas estão no link http://www.cbsnews.com/8301-505125_162-57528236/10-reasons-why-ideas-fail/?tag=nl.e664&s_cid=e664.

Vamos em frente.

Como lidar com as frustrações no futebol… com bom humor


Pra quem não sabe, o Atlético de Madrid, que é o principal rival do Real Madrid, chegou a passar por uma baita seca de títulos.

Foi campeão recentemente pela segunda vez em três temporadas da Liga Europa (“quase” uma Champions League, guardada as devidas proporções, está para a Champions assim como a Sul Americana está para a Libertadores). Mas o protagonismo do futebol da Espanha fica por conta do Real e do Barcelona. Coisas do dinheiro que move a indústria do futebol.

Mas sua torcida apaixonada e quente como os vinhos espanhóis usa de bom humor para retratar as fases difíceis e esse quase protagonismo do Atlético.

O YouTube tem vários vídeos excelentes sobre esse bom humor. Abaixo seguem quatro. Os dois primeiros sãos os meus favoritos.

Veja aqui. Mas se for lá no YouTube você verá outros.

Workaholic: ser ou não ser, eis a questão


Flickr, crédito Hardleers

Um negócio que está em certo desuso no mercado corporativo é a imagem do sujeito workaholic.

Lembrando (ou esclarecendo para os mais jovens): na década de 80 e um tanto na década de 90, era muito difundida a ideia de que o sujeito tinha que trabalhar muito, mas muito. O resultado pouco importava. Daí surgiu a expressão “workaholic”, derivado do alcoólatra, aquele viciado na bebida, o workaholic é viciado em trabalho.

Alguns associam isso à filosofia calvinista, onde não há espaço para a ociosidade e a prosperidade se atinge através do trabalho. Logo, se eu trabalhar 16 horas por dia atingirei a prosperidade duas vezes mais rápido que se eu trabalhar 8 horas por dia.

Bobagem…

Mas alguns não têm jeito. O intenso processo de redução de custos (inclusive de pessoal) nas empresas está fazendo hoje em dia pessoas trabalharem por duas, às vezes por três. Esses são aqueles que chegam cedo, saem tarde e quando chegam em casa estão tão esgotados que não conseguem curtir o filho, a esposa (ou marido), o cachorro, o seriado na tv, …

E outros? Têm aqueles que precisam provar que trabalham muito. Seja por uma síndrome de pouca efetividade, seja por culpa, seja por algum tipo de sociopatia, existem pessoas que gostam e até se vangloriam de trabalharem muitas horas. Muitas!

Tempos atrás conheci um desses. Era curioso porque chegava a me mandar trabalhos repetidos, apenas com algumas variações no texto. Me lembrava o dilema eficiência versus eficácia. Trabalhava muito, gerava sempre conteúdo interessante, mas muitas vezes não era usado prá nada. Ora, por que não usar esse tempo para curtir com o filho?

Voltando mais no tempo trabalhei com um ex-Mckinsey que adorava long hours. Marcava revisão de relatório às 19 horas, se atrasava uma hora, chegava e jogava conversa fora e às 21 horas começava a rever o relatório. Como um bom consultor de gestão, apesar do relatório estar correto e comunicar adequadamente a mensagem, tínhamos que refazê-lo, porque não estava no jeito do amigo mackinseyano. E ele fazia questão de ficar até o fim. Ou seja, saia, 11 da noite, meia noite. No dia seguinte, não conseguia chegar antes das 11 da manhã.

Pergunto: é produtivo?

Entretanto existe o outro lado da moeda. Felizmente (ou infelizmente) hoje em dia estamos 100% conectados. E muitas vezes sou pego tomando um bom e velho esporro da patroa por estar respondendo emails no meio de um jantar. Emails profissionais, claro.

A onipresença tecnológica nos permite estarmos conectados 24×7. E é muito tentador poder responder numa sexta-feira à noite. Alguém pode usar aquela informação no sábado. E possivelmente irá.

Além disso é comum – para algumas pessoas, eu sou uma delas – levar trabalho para casa no fim de semana. Um domingo à noite organizando agenda, fazendo aquele negócio que foi deixado de lado na sexta-feira à tarde, programando a semana, é útil e agiliza a retomada da semana.

Existem ainda os que nunca desligam, mesmo nas férias. Eu por exemplo não me importo quando saio de férias ligar para o trabalho a cada dois ou três dias para saber como estão as coisas. Outros fazem diferente. Preferem desligar completamente, e essa opção deve ser respeitada.

Então qual o ponto de equilíbrio? Ser ou não ser um workaholic?

É muito pessoal. Mas há várias questões que eu tento nortear minha tentação a trabalhar além ou aquém da hora. Vamos a elas:

  • Seu trabalho está sendo efetivo?
  • Isso que você está fazendo efetivamente deve ser feito naquele momento?
  • Suas reuniões são produtivas?
  • Você administra bem seu tempo? (aqui um especial cuidado: já vi gente que se vangloria em trabalhar muito mas fala, fala, fala muito; ou seja, é dispersivo, disruptivo… e depois precisa trabalhar à noite.

E principalmente: cuidado com os sinais de que você está estressando. E cuidado com os sinais que você está estressando alguém.

Eu particularmente acho que ser workaholic hoje em dia está fora de moda. Trabalhar muito é uma necessidade. Trabalhar mais do que precisa para demonstrar algo de pouco valor para os negócios é estupidez.

E você: já encontrou alguém que era workaholic? você é um deles? como você lida com esse tema?

Deixe aí sua contribuição. E vamos em frente.

Meu vizinho é um psicopata; e ele fala a mesma coisa


Fazia tempo que eu não fazia meus devaneios. Excesso de trabalho, preocupações demais, soluções de menos.

Mas conversando com um velho amigo essa semana, e contando as agruras da vida corporativa, ele me falou desse livro.

Meu Vizinho é um Psicopata
Autora: Martha Stout
Editora: Sextante
.
Sinopse:
Você conhece algum psicopata? Pense bem antes de responder que não. Quando ouvimos essa palavra, logo pensamos em criminosos violentos, serial killers, como vemos na TV e no cinema. Mas a verdade é que nem todos eles são assim.

Psicopatia é o termo mais popular para nos referirmos à sociopatia, distúrbio que se caracteriza pela falta de consciência e que é bem mais comum do que imaginamos, atingindo uma em cada 25 pessoas.

Entre seus principais “sintomas” estão: incapacidade de adequação às normas sociais; falta de sinceridade e tendência à manipulação; impulsividade; irresponsabilidade persistente e ausência de remorso.

Para atingir seus objetivos, o psicopata é capaz de mentir, roubar, manipular e até matar sem sentir culpa alguma. Talvez seja um marido agressivo, um pai que maltrata os filhos ou um chefe que humilha os funcionários.

Embora saibam o que é certo ou errado, os sociopatas simplesmente não se importam com isso. Conhecem as regras da sociedade e entendem como nós, pessoas com consciência, agimos e pensamos – e lançam mão disso para nos manipular e circular despercebidos em nosso meio.

Com anos de experiência no atendimento a vítimas de psicopatas, a Dra. Martha Stout traça um retrato preciso desses indivíduos, explica como identificá-los e ensina 13 regras para nos defendermos da ameaça que eles representam.

Lançado em 2005 nos Estados Unidos e publicado em vários países, Meu vizinho é um psicopata se tornou uma referência sobre o assunto e ganhou o prêmio Books for a Better Life (Livros para uma vida melhor) daquele mesmo ano por sua significativa contribuição à sociedade. (fonte: Editora Sextante)

Caro amigo, quantas vezes você olhou para a sala ao lado da sua, para a mesa em frente, para aquele sujeito que entrou no banheiro um pouco antes de você, e afirmou: esse cara não pode ser normal!

A socipatia corporativa é um mal que atinge cada vez mais os executivos de plantão. E você tem dois tipos: os que sofrem do mal – e mentem, são bajuladores, tratam você muito bem quando estão próximos mas bastou você mostrar as costas para as coisas desandarem – e aqueles que sofrem as consequências dos que sofrem do mal da sociopatia. Geralmente são os que são vítimas, não sabem como lidar com o jogo corporativo, e sucumbem com uma violenta puxada de tapetes.

Como evitar? Parece aquela receita de remédio anti-concepcional. Quando a moça bonita e fogosa vai perguntar ao especialista como evitar a gravidez, uma vez que vivia “fazendo amor” com o namorado, o médico receita: suco de laranja. Ela pergunta: Antes ou depois? E ele responde: Em vez de!

Cabe o mesmo para o amigo leitor: como evitar? Não viva o mundo corporativo.

Como essa não é uma opção válida para muitos que estão na vida, recomendo pelo menos algumas dicas para identificar o nosso vizonho sociopata.

i. O cara tem um comportamento amigável com você na frente do seu chefe, mas quando estão sozinhos ele quase o ignora?

ii. É do tipo bajulador com quem aparenta ter mais poder que ele? ao mesmo tempo pisa naqueles que estão abaixo?

iii. Faz grandes atrocidades com a equipe subordinada e não esboça nenhum arrependimento?

iv. Vende o trabalho dele (e só dele) como a coisa mais impressionantemente bem feita desde as pirâmides de Gizé? e ignora (e se esconde) quando a área de sua responsabilidade apresenta um problema que quase quebra a empresa?

v. Mente tão bem que até ele acredita no que ele fala?

Pois bem meu caro: más notícias. Você está na frente de um desses casos de sociopatia corporativa.

Calma, calma… não corte os pulsos. Pelo menos você conseguiu identificar o indivíduo antes que as unhas dele fiquem cheias de farpas do tapete que você pisa.

E antes que você saia atualizando currículo, sugiro calma.

Primeiro porque aprendi que não há bem que sempre dure nem há mal que nunca termine. O sujeito em questão uma hora explode. Pode até ser que você esteja numa grande organização que permite que figuras desse tipo se escondam embaixo da mesa quando chega a crise. Mas mesmo esse tipo de organização começa a desenvolver vacinas para evitar essas figuras.

Depois, aprenda a ter calma. Entrar na pilha, cair na armadilha de perder a calma, só vai enfraquecer sua posição. Faça como manda os mais experientes: na frente da morte (ou do boçal em questão) sorria. A calma vai fazer você agir com mais naturalidade e inteligência.

Terceiro: não pense que tudo vai se arrumar naturalmente. Não vai. E se você ficar quieto vendo a banda passar vai terminar na frente de um MacBook Pro atualizando seu resumé. Faça suas alianças, tenha a organização ao seu lado, tenha seus amigos sempre próximos – e como diria Don Corleone, seus inimigos mais próximos ainda – e principalmente gere resultado e mostre o resultado. Se você ficar quieto no seu campo e não mostrar o que está fazendo, amanhã essa imagem “low profile” e pouco vendedora vai lhe custar caro.

É pouco? pode parecer… mas comece por aí.

E se tiver sugestões em como lidar com sociopatas corporativos, mande aqui nos comentários.

Vamos em frente…

Nem sempre uma entrevista ruim é uma entrevista ruim


Uma comédia bem divertida está passando no Telecine. Chama-se Morning Glory. A produtora de televisão Becky Fuller (Rachel McAdams) é uma jornalista e produtora de um jornal local. Demitida, formada numa escola de 2a linha, ela vai à luta procurando emprego e consegue trabalhar no Daybreak, um programa matinal com péssimos índices de audiência.

A personagem então tenta mudar o histórico do Daybreak, contratando um âncora de TV renomado, Mike Pomeroy (Harrison Ford), mas o cara é uma prima donna e se recusa a noticiar os temas que fazem parte da agenda do programa. Além disso ele tem problemas de relacionamento ao lado da “parceira” Colleen Peck (Diane Keaton).

Mas para esse blog, o que nos interessa mais é o processo de entrevista da personagem Becky Fuller com o suposto Diretor Geral da rede de TV. Interpretado pelo eterno “homem mosca” Jeff Goldblum, a entrevista da heroína com o carrasco é hilária.

Mas cheia de lições.

Quais?

Veja o filme.

Mas posso antecipar aqui.

  • Falar demais na entrevista.
  • Falar aquilo que o entrevistador não quer ouvir.
  • Tentar vencer pela emoção e não por argumentos objetivos.

Veja o filme. Além de hilário, é uma aula de como não se comportar numa entrevista. Mas que nesse caso, deu certo. A heroína foi contratada.

Viva hollywood!!

Claro… e se você se deparar na vida real com um entrevistador como esse?

O melhor caminho é ser você mesmo. Mas tenha sempre em mente o seguinte: alguém lhe contrata pelos motivos dele, e não necessariamente pelos motivos que você julga serem os mais relevantes. O importante é entender o que seu entrevistador, ou a pessoa chave nesse processo, quer do candidato em questão.

Tarefa difícil. Vamos abordar isso nos próximos posts.

Vamos em frente.

Lições da família Corleone


Quem gosta de bons filmes deve ter em algum lugar de sua lista de “favoritos” a trilogia do Poderoso Chefão.

Em alguns fóruns com amigos por vezes discorremos sobre os ensinamentos do chefão da Máfia e algumas das frases antológicas de Vito ou Michael Corleone.

Pois bem, encontrei este post na internet – http://www.fastcompany.com/1826672/an-offer-you-cant-refuse-leadership-lessons-from-the-godfather – com o nome “An offer you cant refuse”. Prá quem se lembra essa era a frase que Vito Corleone soltava quando ele ia iniciar um processo de negociação. Vou fazer uma oferta irrecusável.

Pois bem, no post do link o autor James Moore fala em cinco lições de negócios da trilogia do Poderoso Chefão. Mas calma, nenhuma delas fala sobre mandar matar nem cortar cabeça de cavalo.

As lições que o artigo em questão sugerem são:

Lição 1: Construa uma poderosa rede de relacionamentos

Someday, and that day may never come, I’ll call upon you to do a service for me. ~Vito Corleone

Lição 2: Mantenha seu pessoal “accountable”

“What’s the matter with you? I think your brain is going soft. ~Vito Corleone”

Lição 3: Não seja emocional

It’s not personal, Sonny. It’s strictly business. ~Michael Corleone

Lição 4: Seja decisivo

“Shock because he is so ruthless that he kills his own family member, but respect for the fact that Don Corleone knows exactly what he wants, executes decisively, and commands respect through unwavering leadership.”

Lição 5: Gaste tempo com sua família

“Do you spend time with your family? Because a man who doesn’t spend time with his family can never be a real man. ~Vito Corleone”

Essa última lição Vito Corleone tentou seguir, mas seu filho, Michael, falhou feio.

E aí, alguma lição a mais para os negócios ou para a vida? Se vocês lerem o artigo em inglês verão que alguns comentaristas criticam o texto e o fato de usarem a máfia como modelo de gestão.

Abraços,